sábado, março 24, 2012

A.

“Tenho o poder de persuadir. Tu sabes que posso lhe fazer trocar de opinião com meus versos. Por isso tu não me lês mais. – Sabes o perigo de trocares de lado. E sabes que é do meu mistério que tu encontras forças, que foi eu quem escrevi a tua história e que os parágrafos que vives agora foram pontuados por minhas vontades. – Não fujas. – Tu irá me reler na memória. – Quando é que vais parar de usar minhas palavras sem atribuir meus direitos autorais?”

— Entre vírgulas, 2002, A.M.D.M.

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